Título no Brasil: A Menina que Roubava Livros
Autor: Markus Zusak
Ano: 2005
Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/7-a_menina_que_roubava_livros
Minha Opinião:
Esse foi um dos primeiros livros que li, e fui 'forçado' à isso, pois tinha que fazer um resumo e dar a minha opinião sobre o livro, depois que li esse livro não parei mais. O livro retrata bem como era a vida das pessoas na época da Segunda Guerra Mundial (pelo menos eu achei), a riqueza nos detalhes a forma como a história é contada <spoiler> principalmente pela personagem principal não ser a menina</spoiler> achei fantástico tenho muito orgulho desse ser o primeiro livro que li (na verdade o primeiro foi O Rato Roe Roe e Cavalo Malhado, eu devia ter uns cinco anos, mas ainda me lembro dele). A forma como a história é contada nos deixa ansiosos para saber desfecho dela. Nunca li outro livro do Markus Zusak mas com certeza os outros livros dele também deve ser bom, mas o colocaria na minha listinha de autores favoritos por não fazer o meu gênero.
Sobre o Livro:
Sinopse: A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.A descrição de cada personagem foi fantástica, o romance que Liesel tem com seu melhor amigo (?) onde faz travessuras e as confusões onde se metem são bem interessantes e de uma forma bem contada e trás a realidade, eu pelo menos imaginava como um filme em minha cabeça cada cena descrita pelo autor. A forma como o autor fala sobre o judeu que o pai dela ajuda é bem interessante a amizade construida por eles é bem descrita e gratificante de ver.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.
Nota:
Curiosidades:
Como muitos devem saber é que o livro virou filme, e foi um grande sucesso de público e críticas.
Pra quem não sabe a FOX 2000 comprou os direitos de fazer o filme do livro em 2006 e só deu início ao projeto em 2013.
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